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    Saúde

    Variações genéticas que podem indicar quem perde mais peso com uso de canetas emagrecedoras

    adminDe admin10 de abril de 2026Nenhum comentário5 minutos lidos
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    Variações genéticas que podem indicar quem perde mais peso com uso de canetas emagrecedoras
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    Por que algumas pessoas perdem muito mais peso do que outras?
    Getty Images
    Pessoas que apresentam variações em dois genes ligados ao apetite e à digestão podem perder mais peso ao usar canetas emagrecedoras como Wegovy e Mounjaro no tratamento da obesidade, sugere um estudo recente.
    As descobertas, publicadas na revista científica Nature, podem ajudar a explicar por que algumas pessoas perdem muito mais peso do que outras e por que algumas apresentam efeitos colaterais mais intensos, como náusea e vômito, ao utilizar esses medicamentos.
    Os remédios, amplamente utilizados em diversos países, reduzem a sensação de fome ao agir de forma semelhante a um hormônio intestinal natural que induz a saciedade.
    Embora os genes possam ter um papel relativamente modesto na eficácia desses tratamentos, especialistas afirmam que outros fatores, como sexo, idade e até a origem da pessoa, também podem influenciar os resultados.
    Estima-se que pelo menos 1,6 milhão de pessoas no Reino Unido tenham usado medicamentos para perda de peso no último ano, número que deve crescer.
    A maioria desses produtos é adquirida de forma privada, por meio de farmácias online. O sistema público de saúde britânico, o NHS, oferece Wegovy e Mounjaro apenas a uma pequena parcela de pessoas com obesidade e outras condições associadas.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    A proporção de peso corporal perdida com o uso desses medicamentos pode variar bastante. Ensaios clínicos indicam perda de peso média de 14% com a semaglutida (Ozempic e Wegovy) e de 20% com a tirzepatida (Mounjaro).
    Neste estudo, baseado em dados de 15 mil pessoas que utilizaram esses medicamentos para emagrecer, a perda média foi de 11,7% do peso corporal ao longo de cerca de oito meses de tratamento. Alguns perderam até 30% do peso, enquanto outros perderam pouco ou nada.
    Todos os 15 mil participantes haviam previamente aderido a testes genéticos da empresa 23andMe, que utilizou esses dados para mapear a experiência de usuários de medicamentos para emagrecimento. Ao analisar milhões de variações genéticas, os pesquisadores identificaram um padrão que sugere uma relação entre algumas variantes e a eficácia dos tratamentos.
    A professora Ruth Loos, da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, que comentou o estudo na revista científica Nature, afirmou: “O estudo identificou uma variante genética associada à perda de peso, que também está ligada à ocorrência de náusea”.
    “As pessoas com essa variante tendem a perder mais peso”, disse Loos.
    Essa diferença adicional corresponde, em média, a cerca de 0,76 kg mas, entre aqueles que possuem duas cópias do gene, a perda pode ser o dobro.
    Segundo Loos, a variante é comum em pessoas de ascendência europeia: 64% possuem uma cópia, enquanto 16% têm duas. Em comparação, cerca de 7% dos afro-americanos carregam uma cópia do gene.
    “Se você tem essa variante, vai perder mais peso”, diz Loos.
    O estudo também identificou outra variante que pode estar relacionada aos efeitos colaterais, como náusea e vômito, em usuários de tirzepatida (Mounjaro).
    Isso pode significar que até 1% das pessoas que utilizam o medicamento apresentem episódios intensos de vômito, quase 15 vezes mais frequentes do que o habitual.
    A professora Loos afirmou que o efeito genético, embora modesto, “é comparável a outros fatores, e não é irrelevante”.
    Ela ressalta, no entanto, que os achados ainda precisam ser reproduzidos em outros estudos o que, até o momento, não ocorreu.
    Para Marie Spreckley, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, “a genética é apenas uma parte de um quadro muito mais complexo”.
    Segundo ela, os principais determinantes dos resultados são “fatores comportamentais, clínicos e relacionados ao tratamento”, como a prática diária de exercícios físicos, a alimentação saudável durante o uso do medicamento, o suporte e as orientações recebidas, além de condições de saúde pré-existentes.
    Mas outros fatores também influenciam.
    Pesquisas anteriores indicam que as mulheres têm mais que o dobro de chance de perder 15% do peso corporal com o uso de Mounjaro em comparação com homens.
    Ser mais jovem, branco ou asiático também está associado a maior perda de peso, embora as razões ainda não sejam totalmente compreendidas.
    Além disso, o tipo de medicamento, a dose e o tempo de uso também estão ligados a resultados mais expressivos.
    A longo prazo, a combinação de informações genéticas com outros dados poderá orientar a escolha do tratamento mais adequado para cada paciente, abordagem conhecida como “medicina de precisão”.
    Mas esse cenário ainda está distante, afirma o professor Naveed Sattar, especialista em saúde metabólica da Universidade de Glasgow, na Escócia.
    “No geral, esses resultados são cientificamente interessantes, mas ainda estão longe de mudar a prática clínica”, disse.
    “O que precisamos agora são dados mais robustos de ensaios clínicos para definir melhor o equilíbrio entre benefícios e riscos desses e de outros tratamentos emergentes.”
    Acesso no Brasil
    No Brasil, o acesso a esses medicamentos começa a mudar. O Rio de Janeiro se tornou a primeira cidade do país a oferecer o medicamento Ozempic pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em 18 de março.
    A medida ocorre no contexto do fim da patente da semaglutida, princípio ativo presente em medicamentos como Ozempic e Wegovy, usados no tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, que expirou no país em 20 de março. Com o término da exclusividade da farmacêutica Novo Nordisk, outras empresas passam a poder desenvolver versões do composto.
    Na prática, a mudança abre espaço para concorrência e eventual redução de preços, embora esse efeito não deva ser imediato, devido a entraves regulatórios e industriais, como mostrou a reportagem da BBC News Brasil.
    Atualmente, o custo mensal do tratamento gira em torno de R$ 1.400, o que limita o acesso, sobretudo entre a população de menor renda, mais afetada pela obesidade.
    LEIA TAMBÉM:
    Ozempic no SUS e sem patente: como canetas emagrecedoras já mudaram o mundo — e o que vem por aí
    Por que ‘Ozempic brasileiro’ pode demorar e queda de patente não deve derrubar preços
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