
O papo mergulha no conceito de “tecnofeudalismo”, no qual as Big Techs atuam como senhores feudais que exploram a criatividade gratuita dos usuários em troca de terrenos digitais alugados. Vasco ressalta a importância de distinguir o ato de produzir para o algoritmo do ato de criar a partir de um repertório denso, citando influências como Michel Gondry e Wes Anderson como gatilhos para uma identidade autêntica. Como forma de resistência orgânica, ele defende o resgate da atenção plena e do contato “ao vivo”, lembrando que a vida é um processo constante de mudança que exige que deixemos de nos levar tão a sério para encontrarmos nossa essência humana.
Leia mais…



